sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Mais um para as aulas de português.

Um homem rico estava muito mal, agonizando. Pediu papel e caneta. Escreveu assim:
‘Deixo meus bens a minha irmã não a meu sobrinho jamais será paga a conta do padeiro nada dou aos pobres.’
Morreu antes de fazer a pontuação. A quem deixava ele a fortuna? Eram quatro concorrentes.
1) O sobrinho fez a seguinte pontuação:
Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho. Jamais será paga a conta do padeiro. Nada dou aos pobres.
2) A irmã chegou em seguida. Pontuou assim o escrito:
Deixo meus bens à minha irmã. Não a meu sobrinho. Jamais será paga a conta do padeiro. Nada dou aos pobres.
3) O padeiro pediu cópia do original. Puxou a brasa pra sardinha dele:
Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho? Jamais! Será paga a conta do padeiro. Nada dou aos pobres.
4) Aí, chegaram os descamisados da cidade. Um deles, sabido, fez esta interpretação:
Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho? Jamais! Será paga a conta do padeiro? Nada! Dou aos pobres.

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Ótimo pra trabalhar nas aulas de português

PRONOMES


O presidente de uma importante empresa, desconfiado com a mudança de atitude de um de seus altos executivos, contrata um detetive para que ele descubra o que este costuma fazer durante o seu estendido horário de almoço.
- Siga o Sr. Roberto durante toda semana - ordena o presidente ao detetive. - Quero ter certeza absoluta de que ele não está metido em algo duvidoso!
Uma semana depois, o detetive volta com a missão cumprida e lê o seu relatório:
- Todos os dias da semana, o Sr. Roberto sai ao meio-dia do trabalho, apanha o seu carro, vai à sua casa almoçar, depois faz amor com sua mulher, fuma um de seus excelentes charutos e volta pro trabalho!
- Ah! Que alívio! Obrigado e acerte com a minha secretária!
E o detetive:
- O senhor se incomodaria que lhe tratasse por “tu”, Senhor Presidente?
- Não, claro que não! - responde o Presidente, surpreso.
- Posso ler o relatório novamente?
- Sim, por que não?
- Todos os dias da semana, o Sr. Roberto sai ao meio-dia do trabalho, apanha o Teu carro, vai à Tua casa almoçar, depois faz amor com Tua mulher, fuma um de Teus charutos e volta pro trabalho!

domingo, 26 de setembro de 2010

Geni e o Zepilin

De tudo que é nego torto
Do mangue e do cais do porto
Ela já foi namorada
O seu corpo é dos errantes
Dos cegos, dos retirantes
É de quem não tem mais nada
Dá-se assim desde menina
Na garagem, na cantina
Atrás do tanque, no mato
É a rainha dos detentos
Das loucas, dos lazarentos
Dos moleques do internato
E também vai amiúde
Com os velhinhos sem saúde
E as viúvas sem porvir
Ela é um poço de bondade
E é por isso que a cidade
Vive sempre a repetir
Joga pedra na Geni
Joga pedra na Geni
Ela é feita pra apanhar
Ela é boa de cuspir
Ela dá pra qualquer um
Maldita Geni...

Chico Buarque

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Descontraindo...

Pesquisa da ONU

A ONU resolveu fazer uma grande pesquisa mundial. A pergunta era: "Por favor, diga honestamente, qual sua opinião sobre a escassez de alimentos no resto do mundo".
O resultado foi desastroso.
Foi um total fracasso.
Os europeus não entenderam o que é "escassez".
Os africanos não sabiam o que era "alimentos".
Os argentinos não sabiam o significado de "por favor".
Os norte americanos perguntaram o significado de " o resto do mundo".
Os cubanos estranharam e pediram maiores explicações sobre "opinião".
E o congresso brasileiro ainda está debatendo o que é "honestamente".